Até agora, eu expliquei Mysterium uma meia dúzia de vezes e joguei uma vez (este vai ser um tema recorrente neste blog, mesmo os jogos que eu mais gosto são muitas vezes jogos que eu mais expliquei do que joguei). Quando joguei, fui o Fantasma, o jogador responsável por passar as visões, se comunicando apenas através delas e de batidas na mesa para indicar se um jogador acertou ou não o seu palpite sobre o significado da visão.
Mecanicamente, é um jogo que não é nem simples nem complexo, é médium (eu não podia perder essa piada). Toda a profundidade dele vem da dificuldade de escolher cartas que combinem com os suspeitos, locais e armas dos outros jogadores, os médiuns. Isso é algo que em geral vocês vão ver que me agrada bastante em jogos: regras simples, jogabilidade profunda. Se você conhece um jogo que vai levar um minuto pra aprender a jogar e uma vida inteira pra aprender a jogar, por favor me recomende, é bem provável de eu gostar.
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